quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Capas Inspiradoras

WOopa!

Olá! Alô! Alô você…

Uma pergunta: até aonde você pode chegar em trinta e seis anos? O que você pode atingir, em termos de ressonância, nessa faixa de tempo?

Pois…

Trazemos hoje aqui um sujeito que viveu a ávida vida tão intensamente, mas tão intensamente que nem deu para mensurar em números quanto tempo ele viveu.

Sim, o homenageado da vez é Robert Nesta Marley, ou, humildemente atendente somente por Bob Marley mesmo.

Como foco de análise específica, teremos o décimo primeiro disco de estúdio de Bob Marley and The Wailers, o Survival, batizado inicialmente de Black Survival.

A intenção era reforçar a necessidade de união entre os países da África, recentemente repartida de forma arbitraria pela Europa. A capa comunica demais…

Sugestivo não? Não. Na verdade não. Não é sugestivo. É simples, direto, objetivo, literal. Como deve ser. Então…

O disco trata-se de uma das obras mais politizadas do artista, e traz em seu bojo canções muito representativas.
Canções que serviram como hino para independências países, caso de Zimbabwe, que homenageou o país de mesmo nome. Outras serviram de menções honrosas para todo continente. Sim: todo continente. Caso de África Unite.

Trata-se de um disco de redenção também, visto que surge ressurgindo. Sim não se assuste. Sim: surge ressurgindo. É a volta do Bob Marley mais contundente. Mais guerreiro, menos democrático. Mais agente, menos tangente.

Estava mais do que na hora, ele vinha sendo duramente criticado por estar agindo de forma (acreditem no termo) canabicamente mais manso/amoroso/pacífico.

Então, nesse disco sentiu-se que o cara estava de volta. Nas composições, percebeu-se isso logo de cara. Quem olhou o trabalho dele, como é pedido na primeira frase do álbum (look my job) adorou. Bob abriu a caixa de ferramentas.

Não a toa na África do Sul o disco ter algumas partes censuradas, e Bob Marley ser considerado um “sujeito marginal potencialmente perigoso”. Nelson Madela recomendou, o povo ficou assim… Quase o caldo entorna. Mas deixa isso quieto. Essa é uma questão fora apartheid.

Nem o povo negro sobreviveu: em Survival, canção-título da obra, há uma crítica ao nosso comportamento indiferente, indolente, e pacífico consoante àquele que nos agride. Umas pessoas não têm nada; outras pessoas não querem nada; outras pessoas esperam pelo amor ainda hoje. Mais que certo…

Então fica aqui a minha mimosa mensagem de homenagem ao querido Bob Marley, que aniversariaria anteontem.

Survival, um álbum que eu sofro, e muito, para escolher a minha canção predileta.

Mas ficamos com Zimbabwe, mesmo…

Sobre a pergunta de mais cedo: até aonde você pode chegar em trinta e seis anos? Não se sabe. Só não se subestime… Marley é exemplo para sempre vivo de alguém buscou os próprios sonhos.

Ele atingiu a eternidade. E você?
Onde você quer chegar?
Está fazendo o quê?
O tempo passa...
Para pensar…

Energias positivas.

Atenciosamente,

Emerson.

Ah: Toda vez que um Éfe-dê-pê venha lhe dizer para ouvir Bob Marley por causa da face pacifista dele, na intenção de lhe docilizar a mente, senta com essa pessoa, ponha este disco, esta canção.

Depois pergunte do que se trata ali. Se ele souber o mínimo de inglês e teimar na teoria ladainística alegórica tome suas medidas providenciais…

We gonna fight.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Capas Inspiradoras


Uma só música divida em dez faixas!. Se há definição melhor do que essa para a paulada musical que é o segundo álbum de estúdio de Belchior eu não sei. Mas, ainda que exista, esta para mim basta! Tenho vínculos verbo-afetivos a proteger...

De fato, isso não é um álbum composto de dez musicas. Não, não se trata disso. O que acontece é uma viagem muito louca (por que não dizer alucinante?) de uma a uma, parte a parte, até que se chega ao final… Pena…

Mas vamos e convenhamos, antes de morrer ao final da mega-obra-prima, curtimos, e curtimos muito o transcorrer da coisa.

Todos nós, Rapazes latino-americanos, nos vestimos com as nossas Velhas roupas coloridas, Como nossos pais um dia já fizeram, e nos sentimos, nos sentimos Sujeito de sorte (tal Como o diabo gosta).

Essa Alucinação maravilhosa, tão antiga quanto uma Fotografia 3 X 4, não pede nada, não pede nenhuma homenagem, não se apoquente, Não leve flores, não faça nada Antes do fim.

De exigência única, esperamos que você entenda essa obra como uma boa garrafa de cachaça dada por um grande amigo que você nunca mais sabe quando verá. Ouça-o de uma vez.

Simplificando: beba tudo, A palo seco…

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Atenciosamente,

Emerson.
Ah: sobre a frase que inicia o texto…

É de um grande amigo/parceiro/companheiro/crítico/irmão Wiliam Pires de Almeida. Das (pouquíssimas) boas companhias que se encontra por aí...

Se passei a ouvir esse disco, bem como resolvi fazer esse texto chinfrim, em parte a culpa é dele, desse miseráve-ruim.

Abraço a todos!

A gente se vê…



terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Odeio Protagonistas: Rokusho Aoi

Desgraçado, preguiçoso, desonesto, aliciador de menor, torturador de mentes, abandonador de incapaz, e fraco e abusado. Mas aqui, limpem bem suas bocas antes de falar de Sr Aoizinho. É preguiçoso, desgraçado, desonesto. Mas a gente ama. E quando a gente ama não tem jeito, tem que ter postagem...
Senhoras. Senhores. Bom dia/tarde/noite a depender da hora que tu estejas lendo essa minha grandessíssima postagem de segunda quinzena do mês de dezembro.
E é fazendo pose de machão mesmo que eu quero muito dizer que esta postagem vem para tratar de alguém que para mim é muito, mas muito mais do que um personagem merda anônimo de anime.
Saibam meus kery-kerys, que aqui se trata de alguém que eu simplesmente amo, amo, amo. De amor, e de paixão roxos. Esse sujeito paquidérmico é muito mais do que minha cara, meu modelo moral, minha razão de viver, tamanha é a sua condição máster e caricata de ameba, da clássica criatura em eterna condição parasitária.
Para situar os senhores, vos digo: a passagem desse personagem-merda ocorre no episódio 104 do anime Naruto.
Por se tratar de filers (episódios extras cronológicos) ele não aparece no mangá, que segue um ritmo diferente da narrativa episódica adaptada para TV.
A missão de Naruto, Sakura e Sasuke é proteger uma pessoa, missão Rank-A.
Ocorrerá uma corrida, disputada por duas famílias. O tal do sujeito que deve ser protegido pelo trio é um desses dois corredores, que representará uma das famílias.
O desgraçado desonesto surge no anime com a tarefa de barrar Time 7 em seu intento, e ataca o competidor que é protegido pelo grupo.
No corre-corre (a missão ocorre durante uma corrida) muitas surpresas. Advinham? O competidor (Idate) era o que, o quê? Um ninja. De onde? Vila de Konoha. Tinha um irmão e uma vida relativamente razoável.
Até que perdeu num exame, ficou tristonho e foi enganado por alguém. Alguém que o fez se apropriar indebitamente de alguns objetos importantes da vila.
Quem seria esse alguém?
O lindo do Aoi-sensei, O molambo andante…

Primeiro encontro: durante a missão, o time sete é atrasado por um motivo qualquer e Idate se encontra com o tal professor. O homem o tenta fazer desistir, mas falha em primeira instancia.

Segundo encontro: é aqui que o bicho pega! É aqui que eu choro de emoção! Depois do apoio motivacional, Idate volta a se reencontrar com seu algoz do passado.
Em meio ao encontro, várias lembranças. Durante o flashback emocionante, mas nada agradável, o moleque lembra-se da data em que fez o que fez, e no que-que deu seu grande empreendimento.
Logo após seu roubo foi capturado. Mas, num golpe esperto, o irmão de Idate, Ibiki, também foi capturado, e obrigado, sob grave tortura, a decifrar códigos.
Contudo, Ibiki consegue se livrar. E voltam das lembranças aos momentos atuais, momento em que tenho orgasmos múltiplos, com Aoi julgando a atitude de Ibiki face a face com seu ex-aluno…
“Foi decepcionante…
Apostar a própria vida para salvar um idiota como você…
Depois daquilo, você apenas fugiu. Poderia ter voltado para a vila para pedir ajuda. Mas não fez isso.
Pensou que Ibiki havia morrido. Isso não serve como desculpa. Por que na verdade ele estava vivo.
Nesse ponto Ibiki foi grandioso. Não apenas suportou a tortura. Como também não confessou nada… e conseguiu levar o pergaminho de volta.
E ele fez tudo isso pelo irmão inútil…
Você traiu a vila, abandonou seu irmão, e passou a pensar somente em si mesmo.
Mesmo sendo do mesmo sangue…
Mesmo com Ibiki salvando a sua vida…
Você não acreditou nele…
Teve medo de ser condenado…
E não acreditou na terra que nasceu, a Vila de Konoha…
Não acredita em ninguém…
Ninguém acredita em você…
Para mim, não existe um aluno melhor do que você. Como prêmio, te matarei rapidamente…

Sensacional. Ele não é só um verme, é um verme, sabe que é verme, e não tem vergonha, muito pelo contrário, tem orgulho disso. Corações zinhos para você Aoi, você é lindo demais cara.
É por essas e por outras que Aoi é o vilão-merda de Naruto que eu mais amo. Sim, o que eu mais amo, mas não é foda o bastante para ser vilão-merda medalha de ouro não. Prata, prata para ele...
Prata para Aoi, o imbecil idiota, que só faz fé as armas que possui, não dando nenhuma prioridade a treinamento. O idiota, que tem como real objetivo lutar para fazer seus oponentes desistirem de lutar. O tesão dele é apertar a mente até a pessoa abandonar.
Nessa missão ele abriu a caixa de ferramentas da humilhações 0800. Nem Sasuke-kun escapou do estupro mental…

Um abraço.
Até a próxima…

Atenciosamente,

Emerson.
Perca seu tempo, veja o sacripanta em ação vá!


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Odeio Protagonistas: Kidomaru


Senhoras. Senhores. Bom dia/tarde/noite. Agora é oficial: as postagens deste blog agora serão direcionadas somente para o quadro "Odeio Protagonistas".

De quando em vez pode ser que surja algum post-anômalo etc. e tal, mas confessamos que o direcionamento principal será dado aos não-protagonistas, aos personagens porra nenhuma que ninguém liga. Eles merecem um cantinho né? Pois é, que seja aqui...

Então, sem mais delongas, vamos dar um tour por Naruto?

É que existem pelos menos uns quatro a cinco personagens do ex-bom desenho que nos causam emoção em falar. Dessa forma, achamos interessante fazer uma rigorosa seleção, e colocar em nosso mural.
Você pode não acreditar, mas isso mudará o mundo um dia. Mas, por hora, podem continuar me ignorando, ôh público miserável.

Então estaremos elaborando um top-three com os Vilões merdas de Naruto que ninguém se importa. Aqueles que só nós, só nós e somente nós é que sentimos o coração bater forte, vibrar hermoso, quando nos flagramos falando dessas figuras escatológicas, anônimos entre os seus, páreas entre páreas do desenho. Da pra entender a situação dos caras né? Vamos dar uma mãozinha a eles então? Vamos... Aê... Rsrsrs...

Passada a fase da enrolação (dois parágrafos em vão minha nossa senhorinha...) vamos ao homenageado da vez: Kidomaru. O Portão Leste da elite de Orochimaru é o segundo integrante mais fraco do quinteto transformado em quarteto do som.

Então logo nos surge a pergunta: se é o segundo mais fraco, portanto ele é um quase ninguém certo? Errado… Vai ver o capiroto em ação depois vem conversar conosco…

Sua primeira aparição e missão: no episódio 68 ele aparece com seus companheiros com a tarefa de fazer uma barreira para seu chefe, Orochimaru-Sama lutar contra o próprio mestre, Terceiro Hokage sem interrupções. Êxito na empreitada.

Mas o instante de maior brilho desse anônimo está na missão mais fantástica do anime Naruto clássico: o resgate de Uchiha Sasuke. O “amigo-irmão” de Naruto está de saída, e adivinha quem tem que escoltá-lo até os braços (defumados) de Orochimaru, mais carinhosamente chamando, Orochi, o pederasta? Sim, o quarteto do som. Depois de uma entrevista motivacional (uma surra) no episódio 108, Sasuke decide ir com o grupo.

A vila manda um grupo de resgate perseguir o time do som, e é aí que começa a melhor caçada do desenho. Impressionante, que mesmo vendo – está claro! – que o escritor cavaleiro do zodiacou a história, a coisa funciona. E vai num ritmo alucinante.

O time do som se julga (e de fato é) muito mais forte que os sujeitos do bem, por isso opta pela lógica simples de ir deixando seus membros mais fracos para dar cabo das escórias, como carinhosamente chamam seus oponentes.

Acontece que o primeiro não dá conta, e os três restantes são emboscados. Aí o nosso protagonista entra em cena. Numa sacada inteligentíssima dos vilões a jogada do time do bem não dá certo, e Kidomaru começa a parar os ninjas de Konoha um a um, numa facilidade incrível.

Contando seus braços (seis) e pernas Kidomaru tem um corpo com propriedades de uma aranha, com seus oito membros. Coerentemente, ele usa técnica sempre com teias ou derivados. Usa um uniforme preto colado, com uma bela bata enorme. É o único que usa a bandana da vila do Som. Moço prendado.

Mas, invariavelmente, como todos os membros do som, usa o enorme cinto de corda, formando o escandaloso laço ao pé das costas, possível de ser visto com o personagem de frente E eu simplesmente amo esta merda desse laço! Amoooooooooo. Divago…

Voltando…

Com uma mobilidade corporal péssima, brigar de pertinho, corpo a corpo logo se mostra que não parece ser interessante para nosso homenageado da vez. O negócio mesmo é se afastar e lutar de média, ou longa distância.

E detalhe importante: sempre estudando seu adversário, e encarando a luta como uma partida, com níveis e dificuldades que devem ser batidas por ele, colocando-se sempre como dominador da questão.

Logo se estabelece um clima de predador-presa (episódio 115). O vilão é de fato amedrontador. Ele captura em dois tempos todos os ninjas de Konoha, e a coisa vai feder, quando, de repente, alguém percebe uma forma de desativar sua técnica. Este alguém tem nome: Hyuuga Neji.

Atraído pelas habilidades do ninja gênio, Kidomaru cede à tentação da perde tempo. Resultado: “Mas que droga! Dá logo uma vontade de brincar…”.

Propõe: “vou brincar com você por três minutos, depois eu te mato”. E é aí que começa uma das melhores batalhas do anime Naruto em sua fase Clássica.

Dispara teias e teias e teias em seu oponente, até capturá-lo.

E o parecer final“você lida muito bem com chacra! E tem olhos bem vivos. Descobriu uma forma de cortar minha teia porque viu com esse olho onde circula menos energia, daí criou uma agulha e rompeu minha corrente. Mas, se eu deixar você longe e neutralizar essas mãos incômodas, você não tem como me causar problemas.

Melhor parte: a batida final de martelo com expressão blazê, e em tom de decepção: “Ah-aah! Quando se aprende os macetes, o jogo perde logo a graça. Só faz um minuto, mas eu já me enjoei de você…”.

E assim é desferido aquilo que se entenderia como golpe final (um golpe final bem asqueroso diga-se de passagem), mas as surpresas continuam, a coisa se acentua, e é iniciada uma luta com direito a episódio especial (116-117) e tudo mais.

Na quentíssima batalha, a relação predador/presa não muda. As analises também. Muito pelo contrário. Elas evoluem. A coisa cresce, quadro a quadro, nos fazendo ampliar a nossa visão sobre Hyuuga Nejy, o personagem analisado em questão, o ninja-gênio de sangue frio.

E o melhor: todo o processo se passa na cabeça do vilão, que está a todo temo tentando achar uma brecha para capturar a sua presa. Ele tanto faz tanto faz, que acaba descobrindo coisas maravilhosas.

É aí que entra a genialidade do criador o desenho. Naruto enfrentou Neji e o venceu usando apenas a técnica do “Pra cima dele Denílson”.

Enquanto que aqui, nessa outra batalha, quando você quer que Neji vença, é o trabalho que um vilão tem em observar é que te impressiona.

De uma hora para outra você se vê diante de um personagem informado, prudente, que busca analisar seu oponente, elaborando estratégias e adaptando-as ao longo que as dificuldades se apresentam na luta. Fantástico!

Quando dei por mim, já estava torcendo pelo lado do mal… Isso acontece com freqüência de sempre em sempre…

O porquê da técnica de proteção, o raio de visão do adversário, o perigo com a velocidade das mãos. O método de ataque para se manter confortável. É sensacional, fabulosa, fantástica e fodástica a atuação desse personagem-ninguém, medonho, asqueroso e, principalmente, apelão.

Kidomaru é o vilão de Naruto que ninguém se importa, mas que eu terceirolugarmente no anime mais me importo.

É dele a medalha de bronze do meu pódio que um dia salvará o mundo das más influências desses porcarias do bem, como o próprio Naruto, que vence usando a bolsa auxílio protagonista, naaaaa…

Fica por aqui nossa análise mais ou menos…

Beijos e abraços, só para os que curtem os maus…

Atenciosa e vilãmente,

Emerson.

Veja Kidomaru em ação…

Eu sou seu oponente (115):


A batalha quente do homem frio (116/117):


A gente se vê... 



quinta-feira, 16 de novembro de 2017

TRÊS EM UM


Senhoras. Senhores.

Da série Nota (10)interessante, Odeio Protagonistas, e da agora inaugurada Eu & Minhas Camisas...

Da série camisas que arrastam olhares, trago hoje uma das minhas mais novas empreitadas na área da moda.

Comprei essa camisa, de Dick Vigarista, não só por odiar naturalmente os protagonistas, mas também por suas cores. Essa camisa é um texto minha gente, dá uma olhada...

Sim, confesso que a comprei não só em homenagem ao lindo e maravilhoso King Joy, mas também por conta de uma outra paixão que anda me deixando estranhamente feliz.

Sim, o meu Baêa, que acaba de vencer mais uma partida dificílima contra o Santos, vencendo-o por 3 a 1 também será o homenageado da vez.

E então, topa top? Vamos vamos? Vamos...

Sem oras, senhores...

Então estava eu belo dia na rua quando PIMBA! Passando passeando, só de passagem pelas ruas de Brotas, brotou! Brotou o amor, a paixão e a vontade. Estava do lá’’de lá da prateleira a camisa desse carniçonildo personagem do desenho Corrida Maluca, o maravilhoso Dick.

Comprei – fiz o que não podia e gastei o que nem tinha – e um dia, fui parado aqui mesmo, nas ruas do Nordeste de Amaralina, por um cara que me imputou cara a cara, logo de cara e na cara de pau a pergunta de “qual o motivo de você usar essas camisas? O que você quer dizer com essas vestimentas?”

Porra cara, na moral, visto por que minhas camisas são como textos, elas passam mensagens. Essa não é diferente... Veja as cores... Do meu time de coração, do Bahia. Dick, o carro e Mutley.

Daí o texto...

Primeiramente vamos analisar Dick, que estaria no lugar de dirigente. Um safado que se vale somente de métodos sujos e, pior, ineficazes. Nunca ganha, esse desgraçado, picareta FDP.

O carro é o time, ou precisa ainda dizer? Acho que não, mas vamos lá...

O carro (bem que podíamos chamar de barca) que não adianta quem dirija, quem opere, ou quem ali esteja ajudando, ou de cá de longe somente torcendo. Não adianta! Parece mandamento único de nosso sagrado time: não triunfarás! Sempre dá merda no final...
(mentira que ele já ganhou uma vez, mas rsrsrs...)

Por fim temos em nosso maravilhoso Mutley, o torcedor, o cachorro. O sarnento, o vira-lata tratado sempre como estorvo, e que somente é lembrado quando tudo está dando errado.

Lembram da argumentação mixuruca dos jogadores em tempos de pré-queda: “agora é hora de o torcedor fazer sua parte e ajudar o time nessa hora difícil”.

Então, isso não lembra algo do nosso maravilhoso Dick não: “Muuuuuutley, faça alguma coisa!”

E o que é o pior: o desgraçado está sempre rindo da própria tragédia, tal como bem fazemos nós, torcedores do Bahia, tricoLoucos desde nascidos, até em hora de nossa morte amém.

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Então, a você que está de saco cheio com nós, torcedores do Bahia, não se espantem.

A gente já sofreu demais com os feitos e de(z)feitos de nossa barca.

O povo está retado falando em
Liberta’Dores e num sei quê...

Nós preferios a cautela!

Preferimos que o time siga a seguinte receita: pare com essa euforia Monumental de cerca (San) Lorezo, que tome uma dose de América de Cali, e cale a Boca. Que estude, que Estudi'antes, e tome uma dose cavalar de (em)Peñarol, para que ele possa, enfim, deixar de ser o Emelec que tem sido nas ultimas décadas, e torne-se The Strongest, e que consiga, enfim libertar'dores (todas elas) que o torcedor tanto deseja... são muitas, de muito e muitos anos...

Ele que se cuide...

É isso. Ou ele, com certeza, vai tropeçar num Barranquilha desses, e o final será ter’River de se ver, e restará para nós, que Velez o corpo. Sem esquecer como ingresso para o nosso sagrado velório, a Cruz. A Cruz Azul vermelha e branca.

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Quem avisa, amigo é...
 BBMP!

Essa foi nota (10)interessante do dia, juntamente com o Odeio Protagonistas.

E por falar em odeio protagonistas... Medonza sua desgraça, vamos soltar mais a bola, que você não é nem nunca será craque.

BBMP!

Atenciosamente;

Emerson.

Ah: viram a campanha de Marcelo Santana? Já ia para a Libertadores 2018.


Presidente prometeu que time seria campeão! E, pasmem, que quem vai marcar Cavani é Feijão, imagine você...
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Bora Baêa Campeão da Libertadores 2018





Votos sobre a camisa, AQUI!